chá de sumiço

02/05/2011

É, tomei um chá de sumiço. Fiquei dias e dias sem postar. Fiquei muitos outros dias fazendo duplo expediente, tomando chazinho, sem tomar chazinho (e quando chega a gripe, tomar chá perde toda a graça, principalmente quando os sabores são sutis – oK, o conforto compensa). Faço um breve mea culpa neste post, que começa com uma foto da mesa de trabalho e cronogramas malucos. Começo a contar também que estes dias no vácuo culminam em uma bela surpresa… Aproveito e faço também uma leve retrospectiva e deixo algumas dicas de pequenos encantamentos que podem salvar qualquer pessoa de pilhas de papéis, caixa de e-mail lotada e poucas horas de sono por noite.

Açaí green tea, da Revolution Tea

Quando a Aline, da Revolution Tea, esteve em São Paulo, presenteou eu e Lu Sato (Lu, ainda tem saquinhos para você aqui em casa) com um dos lançamentos da marca. A energia do açaí, bem presente no chá, quase deixando o verde sumir, me salvou em algumas noites de trabalho e  fez muito sucesso no brunch de aniversário do Thompson.

Chá verde de jasmin

Este foi lembrancinha da Ana, chefe-fofa… Fazia muito tempo que eu não tomava chá verde com jasmin – que sempre vai me fazer pensar na Andrea Capella, que, toda vez que passava por São Paulo, levava um carregamendo (tipo 50 saquinhos) de chá de jasmin na mala. Este chá foi uma boa surpresa em uma das últimas semanas: bastante perfumado, mas com sabor de jasmim apenas notável, eu diria quase discreto. Achei bem delicado mesmo e recomendo!

Gyokuro portátil

Esse foi o grande luxo dos últimos dias. Ganhei este porta-chá da Michiko, quando ela voltou do Japão. Pequeno, portátil, parecia reunir tantos elementos de suas aulas – além de toda a delicadeza da Michiko. Achei que apenas um gyokuro poderia preenchê-lo bem e assim tenho carregado na bolsa um dos meus chás preferidos (detalhe para o filtrinho dobrado e armazenado na tampa). Passei uns dias de trabalho pesado me sentindo muito digna quando tirava o potinho da bolsa para fazer chá com aquela água quente das maquininhas de café. Cometi apenas um deslize uma noite: deixei o saquinho por mais de 2 minutos no copo. Acho que foram bem mais… Cinco, seis, não sei quantos minutos. O chá mais delicioso se transformou em uma água com ajinomoto bem forte ou algo que nem consigo descrever direito! #FAIL

Biscoitinhos Dolls

Em uma dessas manhãs de sábado, antes da aula de cerimônia do chá começar, a Sensei Bertha nos mostra esses biscoitinhos caprichosamente embalados. Não dá, simplesmente não dá. Meus dias estavam cheios de trabalho, mas também de graciosidade.

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